Mostrando postagens com marcador Armas Voadoras. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Armas Voadoras. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 31 de março de 2011

Saab recebe encomenda de sistemas de manutenção dos caças Gripen

Caça Saab JAS39 Gripen C. (Foto: Andy Walker)
A fabricante sueca de defesa Saab recebeu uma encomenda avaliada em 200 milhões de coroas suecas (31,8 milhões de dólares) da FMV (Administração de Material da Defesa da Suécia) para sistemas de manutenção dos caças Gripen.

O contrato representa uma parte das tarefas de modernização e contínua manutenção dos sistemas de manutenção dos caças Gripen C/D e está de acordo com o planejamento de longo prazo das Forças Armadas Suecas em relação aos caças Gripen. A encomenda se aplica a recursos básico, por exemplo a renovação de equipamentos de testes para testagens e verificaçãoes no sistema Gripen num prazo longo. Os trabalhos serão executados durante o ano de 2011.

sábado, 5 de março de 2011

VÍDEO: Lockheed Martin divulga caça F-35 JSF no Australian International Airshow em Avalon

Por Fernando Valduga


A Lockheed Martin está presente no Australian International Airshow, que está sendo realizado nessa semana na cidade de Avalon, na Austrália, e durante o evento divulgou um vídeo do novo caça F-35 Joint Strike Fighter, o qual a Austrália é um dos países membros no desenvolvimento e que receberá até 100 unidades do caça para a Real Força Aérea da Austrália (RAAF), substituindo sua frota de caças F/A-18 Hornet até 2020. Durante o evento, a Lockheed divulgou também que busca novos países interessados na região do extremo leste da Ásia, incluindo o Japão e a Coreia do Sul. A Austrália deverá começar a receber suas aeronaves no começo de 2018.

Fonte:Cavok

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

INPE vai lança licitação para propulsores de '400 N'

No Diário Oficial da União de ontem (16), foi publicado um aviso de início de concorrência do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) para a "contratação de empresa que apresentar a proposta mais vantajosa para a prestação dos serviços de elaboração de projeto básico/executivo e produção de protótipos de desenvolvimento de propulsores monopropelente e bipropelente com empuxo de 400N."

O blog Panorama Espacial entrou em contato com José Nivaldo Hinckel, coordenador do grupo de propulsão de Departamento de Mecânica Espacial e Controle da ETE/INPE, para obter mais informações sobre os propulsores. Hinckel, a quem publicamente agradecemos, gentilmente nos respondeu, prestando informações bem interessantes sobre os dois propulsores, reproduzidas abaixo:

"A licitação se refere a dois tipos de propulsores de com empuxo 400 N: monopropelente e bipropelente.

O propulsor monopropelente é do tipo catalítico a hidrazina. Este tipo de propulsores é utilizado em sistemas de controle de rolamento em diversos veículos lançadores. É também utilizado em missões espaciais interplanetárias para correções ou mudanças de trajetória que não requeiram impulsos de grande magnitude. O catalisador para este propulsor está sendo produzido pelo grupo de catálise do Laboratório de Combustão e Propulsão de Cachoeira Paulista. Além do catalisador tradicional de irídio suportado em alumina, estão também sendo produzidos e testados novos tipos de catalisadores como o irídio/rutênio suportado em alumina e um catalisador homogêneo de carbeto de molibdênio.

A aplicação prevista para este propulsor é o sistema de controle de rolamento do VLS (ou novos veículos que venham a ser desenvolvidos).

O propulsor bipropelente utiliza o par NTO/MMH (Nitrogen Tetroxide/ Monomethil hydrazina). Ou seja Tetróxido de Nitrogênio e Monometil hidrazina. Este par propelente tem longo histórico de aplicações em propulsão espacial. Um grande atrativo do par é a estocabilidade. Os dois propelentes são líquidos a temperatura ambiente, o que permite que sejam armazenados por longos períodos de tempo sem grande preocupação com perdas por evaporação, mesmo no ambiente espacial. Outra característica é a ignição espontânea a temperatura ambiente (hipergolicidade) o que permite a implementação de múltiplas partidas do propulsor sem a necessidade mecanismos complexos de ignição. Em contrapartida ambos apresentam elevado grau de toxicidade o que torna o seu manuseio uma operação de risco adicional e requer procedimentos elaborados na preparação para lançamento ou mesmo testes em Terra.

A aplicação prevista para este tipo de propulsor é em blocos de aceleração de apogeu de satélites geoestacionários. O objetivo deste projeto é atingir grau de maturidade tecnológica no projeto e produção desde tipo de propulsores que permita sua incorporação a satélites geoestacionários de comunicações, ou metereorológicos, que venham a fazer parte do programa espacial autônomo brasileiro. Protótipos deste tipo de propulsor já foram produzidos e testados no INPE, com bom desempenho."

terça-feira, 25 de maio de 2010

Air-launched missiles

Air-launched missiles

 

Air-dropped bombs

Air-dropped bombs

Yellow Sun Mk.2 (UK bomba nuclear estratégica)


sexta-feira, 5 de março de 2010

F-35C «Lighting-II»

Caça de superioridade aérea (Lockeed Martin)
 
Dimensões:
Motores/ Potência
Comprimento: 15.48 M
Envergadura: 13.11 M
Altura: 4.6
1 x motores Pratt & Whitney F135+
Potência total: 40000 Kgf
Peso / Cap. carga
Velocidade / Autonomia
Peso vazio: 13888 Kg
Peso máximo/descolagem: 0 Kg
Numero de suportes p/ armas: 0
Capacidade de carga/armamento: Kg
Tripulação / passageiros: 1
Velocidade Maxima: 1900 Km/h
Máxima(nível do mar): 1200 Km/h
De cruzeiro: 800 Km/h
Autonomia standard /carregado : 0 Km
Autonomia máxima / leve 0 Km.
Altitude máxima: 18288 Metros 
 
A versão «C» do caça furtivo Lighting-II difere das restantes por ser adequada à utilização a partir de porta-aviões convencionais.
Trata-se de uma aeronave relativamente convencional na medida em que não é uma aeronave STOVL, embora em teoria também possa ser utilizado em navios equipados com uma rampa Ski-Jump.

O maior cliente desta aeronave será a marinha dos Estados Unidos, que deverá utilizar o F-35 como a sua principal aeronave embarcada.

O F-35C, ao contrário das duas outras versões, tem maiores dimensões, mas pode dobrar as suas asas, permitindo a sua acomodação em porta-aviões.

Dúvidas dentro da marinha dos Estados Unidos
Enquanto a versão «A» será utilizada pela Força Aérea, tanto a versão «B» como a versão «C» serão utilizadas pela marinha.
A versão «B» deverá ser utilizada pelos fuzileiros navais, e a versão «C» pelos porta-aviões da marinha.

Os fuzileiros navais norte-americanos pretendem um tipo de aeronave que possa ser utilizado operacionalmente a partir dos grandes navios de desembarque do tipo LHD da marinha dos Estados Unidos, que não tê catapultas e por isso não podem operar a versão «C».


domingo, 10 de janeiro de 2010

Sukhoi Su-37 Super Flanker



Fabricante : Sukhoi
Primeiro : vôo2 de Janeiro de 1996
Missão : Multimissão
Tripulação : Um
Comprimento : 22.183 m
Envergadura : 14.7 m
Altura : 6.43 m
Área (asas) : 62 m²
Peso total : 18.500 kg
Peso bruto máximo : 34.000 kg

Motores : 2x Lyulka AL-37 FU
Força (por motor) : 32.000 kN
Velocidade máxima : 2,500 km/h
Teto máximo : 17.800 m
Armamento : Canhão GSh-301 de 30mm
Mísseis/Bombas : A-A R-37, R-75, R-77, Ks-172, R-73E, A-G Kh-26L/T, Kh-31A/P, Kh-59M, Kh-65, Alpha, com 14 Pontos fixos, carga de 8.200 kg de Bombas e mísseis.

O Sukhoi Su-37 Super Flanker, é um avião Russo multi-missão/multi-tarefa, monoposto de combate aéreo e ataque ao solo. O Su-37 é um avião de quarta geração exportado à várias nações incluindo China. O Su-37 implementou grandes aperfeiçoamentos , incluindo a capacidade de operar de dia ou de noite em quaisquer condições climáticas, radar com vigilância simultânea do espaço aéreo e terrestre, com capacidade de detectar alvos à uma distância de até 360km, mirar em 20 alvos diferentes e atacar 8 alvos simultaneamente, possui sistema de mira no capacete podendo monitorar alvos à 45 graus do bico da aeronave e também o sistema de tiro além do campo visual , em outras palavras combinando-se o radar N012 e o míssil MAA R-77 com alcance de 80km, com o sistema de guiagem automática é possível derrubar um caça americano F-16 antes mesmo que este perceba a presença do Su-37 em seus radares. O Su-37 é também equipado com o sistema vigilância radar traseiro N012 com capacidade para detectar alvos de 3.2 m a até 50km e caças inimigos a uma distância de até 100km à 60 graus para cima e para baixo, o que torna quase invulnerável aos ataques de surpresa.
Mas a manobrabilidade é sem dúvida o item de maior destaque deste avião, equipado com controle de empuxo vetorado, isto é, bocais de empuxo vetorizado tridimensional, ele é capaz de realizar manobras impossíveis, dando a vantagem de possuir 10 vezes maior eficácia do que aviões sem o sistema TVC, e por causa isso ele é considerado um dos caças mais manobráveis do mundo.