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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Elbit vai fornecer Capacetes com Display Colorido no Visor (HMD) para pilotos de CV-22 Osprey dos EUA

Um sistema de Capacete de Visor Colorido HUD/ANVIS da Elbit Systems, utlizado atualmente pelo Exército dos EUA. (Foto: Elbit Systems)
A Elbit Systems of America recebeu um contrato para fornecer para Boeing Military Aircraft um Capacete com Display Colorido no Visor (HMD) para as aeronaves tiltrotoras CV-22 do Comando de Operações Especiais da Força Aérea dos EUA (AFSOC). O trabalho será realizado em Fort Worth, Texas. O contrato permitirá a Elbit Systems of America fornecer para a Força Aérea dos EUA (USAF) um HMD colorido que inclui a capacidade de rastreamento completo no capacete e efetivamente atender os objetivos do AFSOC num curto e longo prazo.
O Comando de Operações Especiais da Força Aérea dos EUA (AFSOC) pretende aumentar a consciência situacional dos pilotos com a integração do novo sistema. (Foto: Elbit Systems)
 Ao integrar as tecnologias do Visor no Capacete e Sistema de Rastreamento (HDTS) com uma nova simbologia de cores para os óculos de visão para missões noturnas e diurnas, as tripulações dos CV-22 Osprey do AFSOC alcançarão um nível maior de consciência situacional, permitindo-lhes voar com a visão sempre para fora da aeronave. Esta capacidade é atualmente crucial no futuro espaço de batalha. O HMD colorido da Elbit Systems possui a capacidade de rastreamento integrado, o que proporciona essa importante solução, ao mesmo tempo que proporciona um caminho de crescimento para uma varieadade de soluções de consciência situacional.
Uma visão do HUD colorido do sistema ANVIS da Elbit. (Foto: Elbit Systems)
 O HMD colorido é baseado no comprovado sistema HUD/ANVIS da Elbit Systems que tem sido utilizado pelos pilotos de asas rotativas/tiltrotoras do Exército, Marinha, Corpo de Fuzileiros Navais, Guarda Costeira, e Força Aérea dos EUA durante muitos anos. A Elbit Systems of America é fornecedor de longa data da Boeing para o programa V-22 Osprey.

Fonte:Cavok

Aê Galera vou Posta Novamente ,não quero deixa ele parado :)


Vo tentar posta diariamente aqui 

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Procurando alguem para posta no blog

Quem estiver interessado comente !!!!!!!!!!!!!!!!!!


Não queremos perde o blog ,mas não tem como fica postando tdo dia :/



quarta-feira, 25 de maio de 2011

Segredos da Área 51: exército americano usou aviões falsos de papelão para enganar os russos

Uma maquete do caça A-12 colocada de cabeça para baixo para testar o quanto ele era visível ou invisível aos radares. (Foto: Arquivos da National Geographic)
Vários documentos sobre as ações da Área 51 durante a Guerra Fria foram abertos, e a National Geographic descobriu que os militares americanos usavam um método de baixíssima tecnologia para enganar os russos. O truque envolvia papelão, o calor ocasional e satélites infravermelho.

A Área 51 era o centro do projeto OXCART, um avião espião. Os russos também usavam a mesma tecnologia. Eles sobrevoavam a base com satélites espiões para saber o que os EUA andavam aprontando. Só que o exército americano acabou descobrindo a espionagem sobre sua base, permitindo que os militares fizessem os testes mais críticos na hora certa. Quando um satélite russo sobrevoava o local, a equipe movia o avião secreto para um galpão protegido.

No entanto, a parte mais interessante aconteceu quando os russos conseguiram um desenho do projeto OXCART por meio de satélites infravermelho. Quando um avião era estacionado no deserto quente da Área 51, sua sombra criava uma silhueta mais fria por causa da sombra, e o formato ficava visível por meio de infravermelho quando ele era removido do local. Assim, os americanos bolaram um plano bem criativo:

Para despistar os satélites infravermelho, a equipe da Área 51 começou a construir aviões falsos e cheios de curvas com papelão e outros materiais comuns para criar sombras incorretas para os soviéticos. (Os aviões verdadeiros, que não deveriam ser vistos, eram movidos antes da chegada dos satélites.) Em alguns casos, a equipe chegava a ligar aquecedores perto das naves imaginárias para passar a imagem de que o avião acabara de decolar.

Fonte: National Geographic, via Gizmodo

segunda-feira, 16 de maio de 2011

O helicóptero híbrido Eurocopter X3 excede sua meta de velocidade

O helicóptero demonstrador de tecnologia X3 da Eurocopter durante seu voo recorde. (Foto: Eurocopter / Anthony Pecchi)
O helicóptero híbrido demonstrador X3 da Eurocopter cumpriu a promessa de ampliar as fronteiras da aviação de asa rotativa, superando a meta original de velocidade de 220 kts, demonstrando que a aeronave é compsota de desempenho, capacidade e maturidade.

A meta de velocidade do X3 foi alcançada no dia 12 de maio durante um voo estável e nivelado – com o modelo híbrido mantendo a velocidade real de 232 kts (430 km/h) durante vários minutos. Isso ocorreu durante a terceira missão depois de uma atualização programada que integrou as definitivas gearboxes do X3, permitindo que ele operasse a plena potência.
“As equipes da Eurocopter, uma vez mais demonstraram a sua capacidade de aplicar a inovação como um pilar da estratégia junto a líder da indústria de helicópteros”, disse Lutz Bertling, presidente e CEO da Eurocopter. “Os futuros helicópteros a incorporar a configuração X3 vão ofercer aos nossos clientes uma velocidade de cruzeiro de 50% maior e com custos muito acessíveis, além de definir o futuro das aeronaves de alta produtividade de asa rotativa.”
A bordo da aeronave da Eurocopter estavam o piloto de testes Hervé Jammayrac e engenheiro de voo de teste Daniel Semioli. “Ficamos impressionados com a facilidade com que este objetivo de velocidade foi atingido”, explicou Jammayrac. “O X3 lida extremamente bem, demonstrando notável estabilidade em alta velocidade – mesmo com o piloto automático desligado. Estamos muito orgulhosos desta conquista, que resulta da dedicação de todos aqueles que trabalharam no projeto. ”
A Eurocopter começou os voos de testes com o X3 em do ano passado em um programa que combina as excelente capacidades de decolagem e pouso verticais com as velocidades de cruzeiro do tipo de aeronaves de mais de 220 kts. Após o X3 ter alcançado o verdadeiro objetivo inicial de velocidade de 180 kts (333 km/h) em novembro, numa potência reduzida do motor, o X3 passou pela atualização planejada na sua gearbox numa inspeção de segurança.
Desde o retorno ao voo na semana passada, o X3 rapidamente demonstrou a sua performance com a potência completa do motor, incluindo subidas e descidas impressionantes, bem como uma excelente manobrabilidade, além de confirmar excepcionais capacidades do sistema de propulsão híbrida para aceleração e desaceleração.
No programa de testes até a data, as características do X3 para a aeronavegabilidade e estabilidade base foram validados ao longo dos testes de envelope de voo da aeronave, sem a necessidade de um sistema de aumento de estabilidade, o que foi confirmado em teste realizado com o piloto automático desligado e engajado. Além disso, o avião híbrido tem baixos níveis de vibração sem a utilização de sistemas passivos ou ativos de anti-vibração, oferecendo características de vôo comparáveis aos melhores helicópteros com design tradicional actualmente em serviço.
A empresa vislumbra uma ampla gama de utilizações para este conceito, incluindo missões de busca e salvamento (SAR) de longa distância, tarefas para guarda costeira, missões de patrulhamento de fronteiras, transporte de passageiros, operações offshore e serviços de transporte inter-cidades. Também poderia ser bem adaptada para missões militares em operações de forças especiais, transporte de tropas, SAR de combate, e evacuação médica – beneficiando a combinação de aeronaves híbridas de maiores velocidades de cruzeiro com decolagem vertical e excelente desempenho de operações de embarque/desembarque.
Os voos de testes do X3 estão sendo realizados a partir do Centro de Testes de Voo da DGA, em Istres, França. O programa de ensaios em voo continuará ao longo de 2011 para explorar o envelope do helicóptero híbrido em pleno voo e avaliar todas as possibilidades oferecidas por esta nova tecnologia.

Fonte:Cavok

sábado, 7 de maio de 2011

Vulcan B.2


Vulcan B.2 da RAF

Desenvolvido a partir de 1947, com capacidade para ultrapassar uma velocidade de 930km/h, voando a mais de 15.000 metros de altitude e conseguindo levar uma carga de 4.500kg a mais de 5.500km de distância.

Esta especificação, permitia dar à Grã Bretanha capacidade de ataque nuclear com um bombardeiro que poderia entrar na União Soviética e atacar as principais cidades da Rússia europeia.

O Avro-Vulcan, inicialmente chamado de projecto 698 foi inicialmente concebido como um asa voadora em configuração delta.
O Vulcan deveria transportar bombas em dois compartimentos separados, mas o projecto inicial acabou por ser alterado para algo um pouco mais convencional, mantendo no entanto a configuração em asa delta.


Foram entregues 134 unidades à RAF até 1965, das versões B.1 e B.2, sendo que a útima versão tinha asas maiores e melhores performances.

Embora pensado para o bombardeamento atómico, o Vulcan podia também transportar 21.000kg de bombas convencionais.

Esta capacidade, mostrou-se de grande útilidade praticamente no final do ciclo de vida do Vulcan, quando em 1982 estes aviões tomaram parte nos ataques britânicos contra as ilhas Malvinas durante a operação de recuperação das ilhas pelos britânicos.

A última função de um pequeno número de Vulcan foi a de aeronave de reabastecimento.


Fonte:Wikipédia

sexta-feira, 15 de abril de 2011

OPINIÃO: Caças… Para quê?

Um caça Northrop F-5EM do Esquadrão Pampa, da Força Aérea Brasileira, durante voo de REVO sobre a Lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul. Nessa semana mais 11 aeronaves do modelo receberam contrato de modernização pela Embraer. (Foto: Leandro Casella / Cavok)

Opinião de Sérgio Ernesto Alves Conforto* - Como militar e general da reserva tenho sido questionado sobre a decisão de o governo brasileiro investir cerca de US$ 10 bilhões na aquisição de 36 caças a jato de última geração para a Força Aérea Brasileira, mesmo sem inimigos aparentes.


O questionamento, compreensível em um país como o Brasil com tantas carências na educação, na saúde e na segurança pública, entre tantas outras, surge da falta da percepção dos diferentes poderes de uma nação.

O poder é a capacidade (não confundir com o potencial) de uma pessoa, empresa, instituição ou país alcançar o que almeja. Quando os objetivos de uma nação são confrontados ou quando a mesma deixa de exercer o seu poder, seu espaço é cobiçado e ocupado por outras. É dai que surgem os conflitos e as guerras. Foi assim na enorme perda de território do México para o poderoso vizinho norte-americano.

O fortalecimento das Forças Armadas está inserido nas cinco dimensões de poder de uma nação. O poder político é a solidez das suas instituições, a estrutura de governo, a capacidade de influência nos organismos internacionais e construir alianças estratégicas. O poder econômico é o tamanho do PIB (Produto Interno Bruto), do comércio internacional, das indústrias, da produção agrícola, do acúmulo das reservas internacionais, da circulação e da distribuição das riquezas. O poder científico-tecnológico vem do grau de conhecimento produzido e acumulado, da inovação aplicada na saúde e bem estar da sua população. A preservação da cultura, a educação, o temperamento, a religiosidade, a solidariedade e as aspirações de um povo estão no poder psicossocial de um país.

Já o poder militar é a capacidade do emprego da força de ataque e de defesa em prol dos objetivos nacionais e contra as ameaças externas ou internas aos outros níveis de poder. Em uma nação forte, as relações entre as diferentes esferas de poder devem ser harmônicas e uniformes. A preponderância de uma sobre as outras. Por exemplo, provocou a queda da antiga União Soviética. Gigante nos campos militar, científico-tecnológico e na política internacional, fracassou nos campos psicossocial, econômico e político.

Ser rico e fraco é se expor à cobiça dos ambiciosos e mais fortes. O Brasil está em franco processo de desenvolvimento, na exploração de suas riquezas e conquista de mercados. As reservas de água, petróleo e de minério, a biodiversidade amazônica, constituem patrimônio inestimável para as atuais e futuras gerações.

O Brasil é um país pacífico por excelência, perfeitamente satisfeito com o seu território, amparado por tratados, e auto-sustentável em recursos naturais. As atividades das forças armadas tem se destacado, sim, na manutenção da paz em outros países em conflito.

Não passa pela estratégia militar brasileira agredir, invadir, conquistar territórios que não nos pertença. Mas é preciso acenar, de forma convincente, aos olhos cobiçosos que não faltam. Quanto mais influentes nos tornamos como nação, mais fortes teremos que ser para defender as nossas riquezas. Investir na defesa territorial, naval e aérea é investir na paz.

* General reformado e professor do Curso de Pós-graduação de “Estratégia Militar para a Gestão de Negócios” da Faculdade Armando Alvares Penteado (Faap).

Fonte: Jornal do Brasil





terça-feira, 29 de março de 2011

Novo míssil Hellfire II (AGM 114R) “Romeo” completa os últimos testes

Um míssil Hellfire II sendo disparado de um helicóptero UH-60 Blackhawk do U.S. Army. (Foto: U.S. Army)
O Exército dos EUA e a Lockheed Martin concluiriam com sucesso os últimos testes do novo míssil polivalente AGM 114R Hellfire II “Romeo”. O teste de voo em Eglin Air Force Base, na Flórida, demonstrou que a Hellfire teve um desempenho superior em cenários de operações militares urbanas.

O design do novo Romeo com ogiva multiuso permite que o míssil, com um designador laser local, procure e destrua vários tipos de alvos com grande sucesso. O Hellfire II Romeo está agendado para produção e será usado no campo de batalha no final de 2012.

O novo míssil Hellfire II "Romeo" pode ser disparado de veículos e aeronaves de asas rotativas.
 Novos recursos de design no Hellfire II Romeo inclui uma unidade de medição inercial de três eixos que permite em várias plataformas de lançamento e defrontar alvos para o lado e para trás sem ter que manobrar por exemplo a aeronave para a posição de tiro. O míssil pode ser lançado a partir de altitudes elevadas ou baixas, devido ao seu sistema de orientação avançado e capacidades de navegação melhorada, otimizando o ângulo do míssil de impacto para uma letalidade maior.

O Hellfire II pode ainda ser disparado de um tripé especial.

O Hellfire II Romeo integra com todas as plataformas Hellfire II compatível e pode ser lançado de forma autônoma ou com denominação remota, e de plataformas com asas rotativas como o Apache, Kiowa Warrior, Cobra e Seahawk, o Tiger Armed Reconnaissance Helicopter da Austrália e o Tiger da França. O disparo do Hellfire também é possível com tripés terrestres, veículos terrestres e embarcações.

Fonte: Planeta Militar, via Plano Brasil

segunda-feira, 28 de março de 2011

Bombardier vende quatro aeronaves anfíbias do modelo 415

Um Bombardier 415 em operação no Canadá. (Foto: Bombardier)
A Bombardier Aerospace anunciou hoje que vendeu quatro aeronaves anfíbias Bombardier 415 para um cliente não divulgado. Essa é a segunda encomenda desse cliente, que anteriormente comprou uma aeronave Bombardier 415. No contrato está incluido o treinamento e fornecimento inicial de peças de reposição. As entregas das aeronaves começarão no segundo trimestre de 2011 e vão continuar até o primeiro trimestre de 2013.


A aeronave Bombardier 415 de combate a incêndios possui uma velocidade de cruzeiro de 180 kts (333 km/h) sobre certas condições. Numa missão padrão de 11 quilômetros de distância do reservatório de água até o incêndio, ele pode completar nove lançamentos de água em uma hora e liberar 55.233 litros de inibidor de fogo.
Desde que a primeira aeronave Bombardier 415 foi entregue em 1994, um total de 75 aeronaves Bombardier 415 e quatro Bombardier 415 MP foram entregues para governos e agências de combate a incêndios pelo mundo. Além disso, 64 aeronaves anfíbias CL-215 com motores a pistão permanecem em operação.

Fonte:Cavok

quinta-feira, 3 de março de 2011

Frota de aeronaves V-22 Osprey ultrapassam as 100.000 horas de voo

Por Fernando Valduga

Um aeronave MV-22 Osprey sobrevoa o Rio Thames, em Londres, durante a chegada para o Farnborough International Air Show em 2006. A aeronave pertence ao VX-22 do U.S. Marine Corps. (Foto: Bell/Boeing)

A Bell Helicopter e a Boeing Company comemoraram nessa quarta-feira o anúncio feito pelo Programa Conjunto V-22 do Comando de Sistemas Aéreos Navais (NAVAIR) de que a frota de aeronaves V-22 Osprey, fabricadas em conjunto pela Bell/Boeing, ultrapassou a marca de 100.000 horas de voo. A marca foi alcançada no dia 10 de fevereiro durante uma missão de um modelo MV-22 Osprey do U.S. Marine Corps em combate no Afeganistão. O 246º Esquadrão de Tiltrotores Médios dos Fuzileiros, atualmente operando em Camp Bastion, Província de Helmand, foi identificado como o esquadrão que virou a marca de 100.000 horas de voo. Essa impressionante marca é uma importante conquista para o programa que já viu 14 destacamentos humanitários e de combate desde que os tiltrotores Osprey foram declarados operacionais em 2007.

De acordo com os registros do Centro de Segurança Naval, o MV-22 possui a mais baixa taxa de “mishap” Classe A entre todas aeronaves rotoras dos fuzileiros durante a última década. A reduzida suscetibilidade, baixa vulnerabilidade e avançada célula de sobrevivência da aeronave tornou a aeronave rotora mais segura jamais introduzida. No ano fiscal de 2010, a Marinha dos EUA também demonstrou que o Osprey possui o menor custo operacional por milha/assento (custo para transportar uma pessoa numa distância de uma milha) entre todas aeronaves rotoras da U.S. Navy.

Um par de aeronaves MV-22B Osprey se preparam para partir do convés do navio de assalto USS Bataan. (Foto: Petty Officer 2nd Class Julio Rivera / U.S. Navy)
 A aeronave é fabricada através de uma parceria estratégica 50/50 entre a Bell Helicopter, e a Boeing. O atual programa V-22 Osprey já recebeu pedidos para 360 aeronaves para o U.S. Marine Corps, 50 para o Centro de Operações Especiais da Força Aérea, e 48 para a U.S. Navy. Mais de 130 aeronaves Osprey estão atualmente em operação.

Fonte:Cavok

quarta-feira, 2 de março de 2011

Saiba Mais (Exclusivo)

Aviões armas montadas
Air-dropped bombs/Ar jogaram bombas

Air-launched missiles/Air mísseis lançados

Air-launched rockets/Air-lançado foguetes
Air-launched torpedoes/Air-lançado torpedos