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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Força Aérea da Coreia do Sul vai modernizar seus caças F-16

Quatro caças KF-16 (F-16C) da Força Aérea da República da Coreia (ROKAF).
A Coréia do Sul parece estar pronta para emitir uma solicitação de propostas (RFP) para um muito esperado programa para modernizar seus caças Lockheed Martin/Korea Aerospace Industries F-16C/D. A Administração do Programa de Aquisição de Defesa (DAPA) da Coreia do Sul informou que emitirá a RfP no dia 16 de setembro, em Seul. As empresas qualificadas pela DAPA – Lockheed, BAE Systems, Northrop Grumman e Raytheon – terão até o dia 2 de dezembro de 2011 para enviar as propostas.

Um elemento importante do processo de atualização deve ser a instalação de um radar de matriz de varredura eletrônica ativa (AESA) nos caças F-16 da Força Aérea da República da Coreia (ROKAF), conhecidos no país como KF-16.
Fontes da indústria disseram que a atualização poderá oferecer um novo computador de missão e um link de dados comum com os aviões dos EUA, bem como a frota própria de caças Boeing F-15K slam Eagles da Coreia do Sul.
Segundo dados da Flight Global, a ROKAF opera uma frota de 118 caças monopostos F-16Cs e 51 F-16D bipostos.

Fonte: Flight Global – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

terça-feira, 19 de julho de 2011

China abre base militar de caças J-10 para visita de Ministro da Defesa sul coreano

Um caça de combate J-10 da Força Aérea Chinesa.
A China abriu as portas de uma base militar com jatos de combate J-10 para a visita do Ministro da Defesa da Coreia do Sul na semana passada, disse nesse domingo um funcionário da Defesa em Seul, num sinal de movimento de Pequim com a intenção de reforçar os intercâmbios bilaterais militares e de defesa.

O ministro da Defesa sul-coreano Kim Kwan-jin visitou uma base aérea chinesa de treinamento da Força Aérea da China em Changzhou, na província de Jiangsu, no sábado, último dia de sua visita de três dias à China, onde esteve para conversar com o seu homólogo chinês, Liang Guanglie, disse o oficial sul-coreano.
O ministro da Defesa sul-coreano Kim Kwan-jin (terceiro a partir da direita) visita a base de caças J-10 em Changzhou, ao sul de Beijing, no dia 16 de julho. (Foto: Yonhap)

Durante sua visita à base, cerca de 200 quilômetros ao sul de Pequim, Kim assistiu ao pouso e decolagem de um jato J-10, um caça desenvolvido na China, com um raio operacional de 1.250 km, antes de almoçar com oficiais militares chineses na base.
Liang disse durante o jantar com Kim na sexta-feira que a base de caças J-10 nunca havia sido revelada a um país estrangeiro, de acordo com o oficial.
Kim disse a jornalistas sul-coreanos no sábado, após a viagem até a base, que o modelo chinês J-10 é semelhante ao caça F-16 fabricado nos EUA, observando que a China parece estar decidida em reforçar suas exportações.
Na sexta-feira, Kim e Liang reafirmaram seu compromisso com a paz na região e dissera, que irão reforçar a sua cooperação para manter a estabilidade.
Em uma declaração conjunta após as conversações em Pequim, os ministros disseram que são “contra qualquer comportamento provocador que prejudica a paz e a estabilidade da Península Coreana”.
A viagem de Kim foi a primeiro a China feita por um ministro sul-coreano de defesa em dois anos e a primeira desde que ocorreram as duas mortais provocações norte-coreanas no ano passado.

Fonte: Yonhap News – Tradução: Cavok

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Coreia do Sul pretende adquirir helicópteros Apache Block III

O helicóptero AH-64D Apache Block III durante o primeiro voo realizado em Mesa, Arizona. (Foto: Collin Magonigal / U.S. Army)
O Exército da Coreia do Sul está pronto para adquirir um lote de helicópteros Apache dos EUA. O Programa de Aquisição da Administração de Defesa do país, em um relatório para o Comitê de Defesa da Assembleia Nacional, disse na quarta-feira que decidiu comprar um grande número de helicópteros de ataque para substituir os antiquados modelos 500MD e helicópteros de ataque AH-1 que estão sendo retirados de operação do Exército. Deve ser decidido qual modelo comprar e assinado um contrato até outubro do próximo ano.

Embora a administração de defesa não especifique o modelo ou números, fontes especulam que a mais provável decisão é comprar 36 dos mais novos helicópteros Apache Block III dos EUA, o suficiente para dois batalhões. Cada um custa cerca de 35 milhões, e o projeto total deverá custar cerca de US$ 2 bilhões.
O Exército da Coreia do Sul tenta comprar novos helicópteros de ataque Apache desde os anos 90, mas problemas de orçamento e controvérsias sobre o custo benefício tem sido os entraves na aquisição.
Mas, depois do bombardeiro da Coreia do Norte na ilha de Yeonpyeong no ano passado, tem se discutido que a Coreia do Norte tenha modos militares de infiltrar suas forças especiais com hovercraft, e especialistas apontam que as aeronaves de ataque leve KA-1 da Força Aérea e helicópteros AH-1 Cobra não sejam suficientes para expulsá-los.
Eles disseram que o tempo passou desde que pequenas unidades de tanques no Sul sozinhas tiveram que enfrentar forças numericamente superiores da Coreia do Norte e que os militares agora devem procurar substituir o poder aéreo, particularmente novos helicópteros de ataque. A Coreia do Norte tem cerca de 4.100 tanques, em comparação com os 2.400 da Coreia do Sul.
O Exército irá provavelmente encontrar o orçamento para a compra de helicópteros de ataque novos desativando equipamentos terrestres de outros programas, incluindo o corte do número da próxima geração de tanques Black Panther, que estão sendo adquiridos entre 400-200.
Uma vez armado com helicópteros Apache, o Exército vai ser muito mais flexível em operações contra os tanques e veículos blindados do Norte. Os helicópteros Cobra atuais podem ser equipados com até oito mísseis TOW, com alcance de 4 km, mas o Apache pode carregar até 16 mísseis Hellfire, com um alcance de 10 km. Também pode voar em qualquer condição de tempo, enquanto os 500MD e Cobra tem dificuldade de operação a noite e no frio.
Enquanto isso, a Agência de Defesa irá rever a proposta da Força Aérea para o longo atraso do projeto FX, o novo caça da Coreia do Sul, numa sessão do Comitê de Projetos de Defesa no mês de junho.
“Nós vamos levar em consideração as capacidades stealth, o custo e a possibilidade de fabricar algumas aeronaves na Coreia para tomar uma decisão sobre o projeto”, disse um porta-voz.
A Força Aérea já está de olho no Lockheed Martin F-35, no F-15SE da Boeing, e no Eurofighter Typhoon, pretendendo completar a aquisição em 2016.
O chefe da Agência de Aquisições de Defesa, Noh Dae-Jae, disse que o governo estuda negociar uma exportação de aeronaves treinadoras T-50 Golden Eagle para os EUA em um negócio de compensações, se a Coréia comprar aviões stealth dos EUA.

Fonte: Chosun – Tradução: Cavok

terça-feira, 5 de abril de 2011

Boeing entrega mais dois caças F-15K para Coreia do Sul

O caça Boeing F-15K "48" parte dos EUA no dia 8 de março rumo a Coreia do Sul. (Foto: Boeing)
A Boeing Company entregou os caças F-15K “47″ e “48″ para a Força Aérea da República da Coreia (ROKAF), na Base Aérea de Daegu, no dia 15 de março. Os dois F-15K Slam Eagles partiram de St. Louis no dia 8 de março e fizeram escalas em Palmdale, Califórnia; Base Aérea de Hickam, no Havaí, e Base Aérea de Andersen, em Guam.

Seis dos novos caças F-15K Slam Eagles estão programados para participarem de um exercício de treinamento de combate aéreo avançado na Base Aérea de Nellis, Nevada, no começo de 2012.
A Boeing entregou os seis primeiros de 21 caças F-15Ks que está produzindo no âmbito do contrato Next Fighter II em 2010. Os 13 restantes serão entregues até abril de 2012.
O F-15K é uma variante avançada do caça F-15E provado em combate. Equipado com as mais recentes atualizações tecnológicas, é extremamente capaz, confiável e de fácil manutenção. A vida operacional da aeronave está prevista para até 2040, com inserções de tecnologia e melhoramentos ao longo do seu ciclo de vida. Boeing completou entrega de 40 aviões de combate do programa Next Fighter I para ROKAF em outubro de 2008.

Fonte:Cavok

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Coreia do Norte dispara contra ilha sul-coreana, mata dois e fere ao menos 15

O Exército da Coreia do Norte disparou contra uma ilha sul-coreana nesta terça-feira matando ao menos dois soldados e ferindo 15, provocando uma reação imediata da Coreia do Sul que enviou caças de guerra F-15 e F-16 à região. Agências estatais de Seul indicam que o Norte deu início aos combates. Pyongyang nega e sustenta que tropas sul-coreanas foram as primeiras a abrir fogo.

O Ministério de Defesa sul-coreano confirmou à agência estatal Yonhap que os ataques mataram dois soldados e que entre os feridos, cinco estão em estado grave. Ao menos três dos feridos são civis, completa a nota.
Em comunicado a Casa Branca já sinalizou uma "condenação enérgica" ao ataque norte-coreano e reiterou que os EUA estão dispostos a ajudar Seul.
Os confrontos chegam apenas dois dias depois de o jornal "The New York Times" publicar em reportagem que o cientista americano Siegfred S. Hecker teve acesso a uma nova e sofisticada usina nuclear na Coreia do Norte.
"Uma unidade de artilharia executou disparos de provocação às 14h34 (3h34 de Brasília) e as tropas sul-coreanas responderam imediatamente", afirmou uma fonte do Ministério de Defesa sul-coreano.
"As Forças Armadas estavam executando exercícios navais e o Norte parece ter disparado para demonstrar sua oposição", declarou uma fonte militar sul-coreana ao canal YTN.
Os disparos tiveram como alvo a ilha de Yeonpyeong, que tem 1.000 habitantes, localizada no Mar Amarelo, em uma área disputada pelas duas Coreias e que já registrou incidentes no passado. Dezenas de casas foram incendiadas e Seul determinou que a retirada dos moradores da região.
Em reação, o presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-Bak, convocou uma reunião de emergência. "Agora mesmo está em uma sala subterrânea para abordar as respostas possíveis com seus ministros e conselheiros de segurança", afirmou o porta-voz da Presidência.
Apesar do estado elevado de emergência, o líder sul-coreano manifestou cautela. "Devemos conduzir com cuidado a situação para evitar a escalada de um choque", indicou Lee, citado por um porta-voz da Presidência.
O aumento de tensão entre os dois países --oficialmente em condição de cessar-fogo desde o fim da guerra em 1953-- preocupa a comunidade internacional, sobretudo os Estados Unidos, a Rússia e a China.
O armistício acordado entre o Sul e o Norte determina que as duas nações estão oficialmente em guerra desde o fim da década de 50, mas se comprometem a não realizar ataques.
ALERTA
Ainda ontem (22) os governos dos EUA, Japão e Coreia do Sul se mobilizaram e realizaram reuniões após as revelações das novas instalaçaões nucleares de Pyongyang.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, afirmou que a nova usina na Coreia do Norte é um risco potencial, já que permite ao regime comunista produzir mais armas nucleares.
Washington, Tóquio e Seul discutiram na segunda-feira como lidar com as potenciais ameaças nucleares.
A Coreia do Norte desenvolve há anos um programa nuclear sob críticas do Ocidente, que já tentou, sem sucesso, negociar sua desnuclearização. O regime recluso do ditador Kim Jong-il sofre ainda diversas sanções do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) por manter seu programa nuclear com fins claramente militares.
Gates, que está na Bolívia para uma conferência regional de defesa, disse ainda não acreditar que a nova e avançada instalação norte-coreana seja parte de um programa nuclear pacífico.
"A Coreia do Norte ignorou um número de resoluções do Conselho de Segurança. Eles continuam exportando armas. Então a noção de que eles desenvolveram isso é obviamente uma preocupação", disse Gates.
Já o Japão considerou o assunto "alarmante". "O desenvolvimento nuclear norte-coreano é totalmente inaceitável do ponto de vista da segurança do Japão e da paz e estabilidade na região", disse o porta-voz do governo de Tóquio, Yoshito Sengoku.
REVELAÇÃO
Neste domingo, o jornal "New York Times" revelou que um cientista americano da Universidade de Stanford informou à Casa Branca ter visitado uma grande e nova usina nuclear na Coreia do Norte.
O cientista que viajou a Pyongyang é o ex-diretor do Laboratório Nacional de Los Álamos e professor da Universidade de Stanford Siegfred S. Hecker que confirmou ao jornal ter visto "centenas de centrífugas" recém instaladas em grande e nova usina de enriquecimento de urânio que conta com uma "ultramoderna sala de controle".
O americano disse ter ficado surpreso com a sofisticação da nova usina nuclear.
O presidente americano, Barack Obama, advertiu recentemente que a Coreia do Norte deve demonstrar seriedade antes da possível retomada das negociações multilaterais sobre seu programa nuclear, que incluem as duas Coreias, China, Japão, Rússia e Estados Unidos. 
Fonte: UOL
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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Coreia do Norte anula acordo anti-confrontações com o Sul


As forças armadas norte-coreanas anunciaram hoje a anulação de um acordo que visava impedir confrontações com a Coreia do Sul, num contexto de crise aguda na península, referiu a agência oficial norte-coreana KCNA.

O chefe de Estado-Maior norte-coreano, numa mensagem transmitida às forças armadas da Coreia do Sul, advertiu também que as tropas de Pyongyang atacariam de imediato caso Seul violasse a fronteira intercoreana no mar Amarelo, adiantou a KCNA.

Este anúncio surge depois de Pyongyang ter decidido romper as relações bilaterais com Seul e proferido novas ameaças contra o Sul, na quarta feira.

Fonte: Diário Digital

Marinha da Coreia do Sul realiza exercício anti-submarino


A marinha sul-coreana realizou hoje um exercício anti-submarino em clima de tensão com a Coreia do Norte, noticiou a agência noticiosa Yonhap.

Esta demonstração de força, a primeira da Coreia do Sul desde o naufrágio da corveta Cheonan em finais de março, envolveu 10 navios, incluindo um contratorpedeiro de 30 mil toneladas e três embarcações de patrulha, de acordo com responsáveis militares, citados pela agência.

O ministério da Defesa escusou-se a dar pormenores sobre a operação.

Fonte: Lusa

sábado, 13 de fevereiro de 2010

EAU reabrem negociações para os T-50

 
Emirados Árabes Unidos reabrem negociações
para compra de treinadores T-50 da Coreia do Sul

Os Emirados Árabes Unidos reabriram as conversas para aquisição do jato de treinamento T-50 Golden Eagle fabricado na Coreia do Sul, após discussões para compra do concorrente italiano M-346 Master, que não prosseguiu além da suposta escolha, de acordo com uma fonte de defesa da região do Golfo no dia 27.
Os Emirados Árabes Unidos selecionaram o treinador Alenia Aermacchi M-346 Master em fevereiro de 2009 para um pedido de 48 aeronaves, incluindo 20 na configuração de caça leve. A Alenia Aermacchi é uma unidade da Finmeccanica. O M-346 havia vencido o T-50, o qual é fabricado pela Korean Aerospace Industry (KAI), em cooperação com a Lockheed Martin.
Mas as negociações para assinatura do contrato para aeronave italiana, avaliado em US$ 1,4 bilhão, estagnaram, disse a fonte. “Houve um desentendimento entre uma autoridade chefe dos Emirados Árabes Unidos e a liderança da Finmeccanica sobre as especificações,” disse ele.
“Alguns componentes que os Emirados pensavam que estariam inclusos, na verdade não estavam. Os Emirados Árabes Unidos então voltaram-se para os coreanos e iniciaram negociações avançadas. Agora estão focados na aquisição dos T-50 e um novo acordo deve sair logo,” adicionou a fonte, a qual é familiar com o programa de aquisição.
A fonte não especificou quais componentes que criaram o problema, ou se as conversações com a Aermacchi poderão ser retomadas. Não ficou claro se o reinício das conversações com KAI foi uma tática de negociação ou sinalizou uma ruptura definitiva com a Aermacchi.
Um porta voz da Finmeccanica não quis comentar o motivo dos Emirados Árabes Unidos estarem agora em conversa com a KAI. Apenas disse que “essa é uma negociação complexa e nossas conversas então em andamento,” ele disse.
A Lockheed não foi encontrada para comentar o assunto.
Os jatos M-346 e T-50 são considerados as melhores aeronaves de treinamento avançado do mercado. Apesar de eles terem sidos adquiridos pelas forças aéreas de seus respectivos países, a Itália e a Coreia do Sul, a competição dos Emirados Árabes Unidos foi o primeiro duelo no mercado internacional, com o M-346 aparecendo como o suposto vitorioso.
Eles também estão numa fase final de escolha dos novos jatos de treinamento para Força Aérea de Cingapura e ambas aeronaves estarão presentes no Singapore Air Show na semana que vem, se apresentando diariamente em voo.
A Itália foi a cliente lançadora do jato M-346, aceitando adquirir uma pequena quantidade de aeronave no ano passado, logo após o Dubai Air Show.