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| Caças Tornado da Força Aérea Italiana já estão participando dos ataques a Líbia coordenados pela OTAN. (Foto: ANSA/US-AERONAUTICA MILITARE) |
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| Caças Eurofighters italianos estão participando das missões na Líbia. |
Quando em queda de braço com o presidente francês Nicolas Sarkozy e com o primeiro ministro britânico David Cameron, Berlusconi sustentou que os caças italianos não “bombardeavam e nem bombardeariam a Líbia”. Mais ainda, Berlusconi chegou a anunciar, em entrevista coletiva, que convenceria o coronel Kadafi “a deixar a Líbia e se exilar num outro país”. Mas no final do encontro bilateral com o presidente francês Nicolas Sarkozi ocorrido na italiana Villa Madama, Berlusconi confirmou que havia atendido o apelo do presidente norte-americano Barack Obama.
O apelo era para a Itália participar de ações militares de bombardeamento na Líbia, com base em particular interpretação da Resolução 1973 das Nações Unidas: a resolução é de 17 de março.
Desde o dia 26 de abril, a atuação da Itália fica ampliada, não mais se limitando ao fornecimento de bases-militares para as tropas da coalizão coordenadas pela Otan-Nato. Os seus caças modelo Tornado, antes posicionados para controlar e bloquear o espaço aéreo, passarão a bombardear, com mísseis, alvos selecionados pela OTAN.
Fonte: Terra,via Cavok


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